terça-feira, fevereiro 28, 2012

A união

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Acredito na união, quando baseada na ternura e no respeito. Pois enquanto a ternura nutre, o respeito avaliza.

Quando o casal se auxilia e se apoia, na dor e na alegria, tornam-se invencíveis.

Um casal de almas e mãos dadas gera uma força de muitos cavalos de potencia.

sexta-feira, fevereiro 24, 2012

Diário de Oração

Foto de paz

 

 

A Paz que eu procurava

Eu costumava imaginar que um dia eu daria de cara com a paz. Como se ela fosse algo que tivesse rosto, dimensão, peso e altura. Devo ter caminhado muitas vezes de cabeça baixa, achando que a encontraria no asfalto, no meio do caminho, casualmente como uma pedra preciosa no meio das pedras de pouco valor. Que bobagem!

E o mais incrível que a bobagem não acabava naquilo, eu alimentava a ideia de que somente os que estavam bem: financeiramente, socialmente, afetivamente a haviam encontrado.

A paz que eu procurava era tão falsa que por isso mesmo não a havia encontrado. Um dia sondei melhor o assunto, e de cara cheguei à conclusão que a paz tem a cara que eu der pra ela. Em seguida fui avaliando que as pessoas que eu modelara felizes e bem resolvidas em algumas áreas em outras não haviam sido diplomadas ainda. Significando com isso que a Paz não é financeira e nem social ou afetiva, e independe das circunstâncias estarem todas favoráveis. Paz é interior. Ela pode e deve ocorrer, no meio dos tiroteios, de guerras, de conflitos. O ser pacífico consegue apaziguar os ânimos.

Enfrentei muitos desafios, naveguei por mares agitados, que pareciam prestes a me vomitarem para fora do barco. Não aprendi ainda a caminhar por sobre a água, e nem pedi a Jesus, que me concedesse andar. Mas em todas as circunstancias Ele me resgatou, a mim e a minha embarcação. Com ele consegui atravessar e chegar à terra da promessa.

Claro que cheguei encharcada pelas águas salgadas do mar em fúria. Mas chegar viva era a minha única ideia, quando as tempestades me surpreenderam. E Ele me protegeu e se horas Ele foi o vento a me empurrar, horas foi Ele a própria embarcação. Houve momentos em que perdi realmente o barco, e por isso Ele se fez embarcação.

Hoje, sentada aqui em minha cozinha/sala/escritório sinto a paz verdadeira. Ela é suave, ao mesmo tempo em que é ágil e vivaz. Embora pareça estado de espírito, é o próprio espírito, o corpo e a alma em rebuliço. Hoje a paz é uma constante.

Não é a paz que resolve meus problemas, são os meus problemas que se resolvem com a paz.

Descubro enfim que paz e alegria, são sinônimos. E que esse é mais um dos tantos nomes de Deus.

Muito obrigada... Meu amado!

quinta-feira, fevereiro 23, 2012

Tomo posse da minha alegria

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       Virei a foto para dar mais impulso à bola…

 

E descobri que se alguém não sorri, pode ser, talvez, que eu não o tenha feito sorrir.

E repensei os sorrisos guardados em gavetas, e os retirei de lá, e os botei na cara

Refiz meus passos e consegui libertar, até a alegria que ficara presa no parque infantil

Que mania que eu tinha de prender o sorriso…

Qual a serventia dos sorrisos presos dentro da alma?

Sorriso aprisionado não beneficia nem seu possuidor…

A minha sorte que, apesar do tempo de encubação, o sorriso não perdeu sua cor e seu brilho.

Hoje estou com sorte!

E quer saber

  “Tristeza me desculpe, estou de malas prontas”…

quarta-feira, fevereiro 22, 2012

Diariamente

Como fazer para esconder sentimentos semelhantes aos que eu tinha nas mais tenras idades? Como tornar-me mais séria e com ar mais compenetrado, já que dizem ser pré-requisito para as pessoas de mais idade? Vou me lembrar de fazer essas perguntas aos meus amigos. Tenho muitos... Foi pensar neles, para me dar conta de que eles agem tal qual eu.

Quer saber, cara séria, alegria e sorriso escondido, é para aqueles que estão de mal com a vida. Eu e meus amigos estamos felizes da vida. Claro que não são alegrias e sorrisos descompensados, há motivos para essa folia: estar vivo é a compensação.

Ultimamente ando tendo dificuldade para guardar risadas dentro de gavetas, armários, bolsos de casacos. Não entendo como conseguem isso nos desenhos animados.

Minha atual residência é pequena, não consigo mais encontrar esconderijos para a alegria. E por que guardar? Alguém poderia perguntar... Para essa eu tenho resposta: pela observância rigorosa dos muitos julgadores de plantão.

Pessoas da minha idade rindo e brincando com todo mundo, passa por alguém sem juízo. Eu sei que estou sendo apenas feliz, mas não quero com minha atitude não ser levada á sério. Alegria é algo que precisamos dar um cunho sério.

Mas deixa a sisudez pra lá e vou procurar outros reservatórios, para depositar mais alegria, risada, bom humor, confiança exagerada entre outras coisas sentidas.

No momento o pessoal de casa tem andado muito sério! E mesmo quando destranco algumas gavetas e deixo a risada sair; e o faço porque ouvi dizer que contagia, eles não riem...

Uma alegria, de uma das gavetas, disse-me: Liberte as risadas reprimidas. Deixe que a tachem de sem juízo, ria disso, isso não muda nada. Pare de socar por ai, seus sentimentos e emoções...

Viu no que dá colecionar alegrias? Depois elas se acham no direito de falar o que bem entendem...

sexta-feira, fevereiro 17, 2012

Enumerado

 

A vida termina, quando a pessoa desiste de lutar por ela.

Creio que se poderia fazer uma lápide, com esses dizeres, e colocar nas mãos do desistente.

“Aqui jaz um covarde! Tão incapaz, que não saiu nem ao encontro da alegria”!

 

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A alegria parece uma coisa pequena, mas quem a encontra, encontra o sentido da vida.

quarta-feira, fevereiro 15, 2012

A Alegria muitas vezes depende apenas de dentes bonitos...

Você sabia que 1 em cada 2 adultos no Brasil tem gengivite?
Então compartilhe essa informação e ajude a Oral-B na conscientização sobre esse problema. Além de ajudar muita gente, você ainda divulga o projeto Dentista do bem, que ajuda milhares de jovens pelo Brasil.

terça-feira, fevereiro 14, 2012

Diário: D.M

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Alegria é tudo o que eu preciso para seguir em frente, pois acho estupido seguir em frente com cara fechada, olhos lacrimejantes, e ainda fungando.

Assim qualquer um faz, não quero ser mais qualquer um.

Quero, e por isso deixei, que minha alma escolha a programação da nossa vida.

Notei que ela conhece alguns atalhos, que acabam ao final sendo engraçados, interessantes e felizes.

Minha alma sabe escolher bem o itinerário.

A alegria na alma é igual a um pássaro branco de longas asas.

A alegria deve ser acolhida. E ela entra assim que abrimos as janelas da nossa casa. Ela sonda e passa por qualquer brechinha,  mas não arromba e nem invade a casa alheia.

Ela gosta de ser convidada.

Agora, se ela não é convidada para a festa, para a casa da gente, para o trabalho, a vida se torna muito sem graça.

Vida sem a presença da alegria por perto é uma vida sem graça literalmente.

Sai de mim, falta de alegria. Não é a toa que deixo a janela do meu coração escancarada.

sexta-feira, fevereiro 10, 2012

Diário: Confidencial

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A alegria tem apenas um dono, o coração de seu proprietário.

Independe de fatores externos para existir.

Uma grande vontade da alma de ser feliz e PUF… Ela se materializa

Para se chegar ao suave esconderijo da alegria, basta um salto

Parece simples demais, e é simples assim.

A alegria está sempre um passo  a frente

E ela abre todas as portas ao seu possuidor.

quinta-feira, fevereiro 09, 2012

Diário: Colas e Recortes

Meses atrás falei sobre o tempo em vários assuntos, e não deixei, um minuto sequer, de concordar quanto à importância de utilizá-lo adequadamente e sem desperdício.

Tenho utilizado parte do meu tempo a fazer o que pede minh´alma. E ela só pede para falar e eu escrever. Ela quer falar de amor.

Houve um tempo em que ela não era assim; não precisava se expressar, atualmente assemelha-se a um bebê que descobriu as mãozinhas.

Dou-lhe o tempo que me pede, já que não me custa nada, e não me atrapalha, afinal de contas ela só quer a alegria de ajuntar palavrinhas, formar frases e falar de paixão, compaixão, entre outros assuntos que norteiam a vida.

A vantagem que obtenho ao deixá-la se expressar é a leveza e equilíbrio que o meu corpo encontra, e a isso eu chamo de uma alegre e radiante paz.

Tenho conseguido deixar menos densa e pesada à roda da minha vida, sem perder a noção das minhas responsabilidades.

A propósito, o papo está bom, mas eu preciso trabalhar.

Beijos e volto logo...

terça-feira, fevereiro 07, 2012

Como mandar a depressão embora

imagesCAYFSFM1A pessoa quando está em depressão, um dos principais sintomas é o sentimento de total abandono. Sente-se como se estivesse sozinha no mundo. Como se todas as pessoas mais chegadas a tivessem abandonado. Demora a perceber que foi ela (a pessoa), que os abandonou. Às vezes essa constatação leva muito tempo para ocorrer.

Depois da decepção com os seres humanos, vem o apego demasiado aos animais de estimação. Coitados deles, muitos precisam carregar seus “donos”, como pesados fardos. E aqui falo de animais, que possuem donos depressivos.

Em seguida vem à culpabilidade de Deus. A pessoa se sente traída, por alguém, nada mais, nada menos, de quem ouviu  as melhores referencias. Esse estágio é cruel, pois para muitos depressivos, acaba-se não sobrando nada. Tudo desmorona, não é brincadeira a dor que o pobre sente. Eu não a quero mais para mim...

E o desamparo é tanto que se passa a rejeitá-lo, para que Ele se sinta ofendido e apareça nem que seja para brigar. E acho que de todos os estágios da depressão, ou da loucura, esse é o melhor período. A gente acaba de comprar uma boa briga.

Deus parece que não leva nada na brincadeira, quando se trata de brigões. E não quero mais para mim, ridiculamente brigar com Ele. Ele não nos diminui, muito pelo contrário, nos trata como bons competidores, como se fossemos páreo pra Ele. Se não estamos preparados, melhor nem entrar nessa, pois somos derrotados rapidamente. Mas Ele não joga nada na cara da gente, e nem nos diminui. E não perdemos, quando somos derrotados por Ele. Ai é que nos tornamos vencedores. É uma matemática diferente a que Ele usa.

Ao final a boa briga mesmo que travei foi comigo. E só depois que domei, dominei, acariciei, amansei, abracei a fera; e elas eram muitas e moravam dentro de mim, eu me encontrei feliz.  Uma fera tinha o nome de DEPRESSÃO

Dou muita risada, quando revejo o pouco que andei e a paz que encontrei. Estava tudo na minha cara, e eu não sei onde eu andava. A vida era minha, eu a tinha vivido, mas vivera como se ela pertencesse à outra pessoa. Quando me abracei e protegi-me, em todas as idades; em que me senti sozinha, fui aos poucos me tornando inteira. Como se estivesse montando um quebra cabeças. O mais engraçado dessa experiência é que só passei a ser feliz ao me tornar integral. E a tendência é me tornar melhor, ao menos perante os meus olhos, que primeiramente é o mais importante; aprendi a não me desapreciar mais. 

Enquanto vivemos precisamos nos perdoar sempre, pelos erros cometidos, palavras ditas ou não ditas. Não posso perdoar quem me fez mal, se não perdoar a raiz do mal. Essa raiz, se aloja como uma sementinha dentro da gente. Fica lá como se fosse um cisco, e o tempo vai passando e alimentando aquele cisco e anos depois descobrimos que ele se tornou um tumor, que vem nos assustar.  O jeito é não deixar o cisco: aquela palavrinha que eu não entendi o seu real significado, procurar saber logo. Quando o tumor é benigno é só extirpá-lo e fica tudo novo.

Esse período que nomeei de “briga com Deus”, foi brincadeira minha. Como estou resolvida a publicar no blog, e esse assunto não ficará mais só entre eu e Deus, vou retificar aos rígidos religiosos de plantão.

Dei o nome de briga , como poderia ter dado qualquer outro nome, pois Deus não liga a mínima para o nome que dou, e nem me julga por ousar querer brigar com Ele. Se o Senhor ficasse chateado com isso e dissesse: – “Você quer brigar comigo reles mortal, escolha as armas”! Poxa, se Ele agisse assim, não seria Deus e Senhor.

Ele não dá a mínima para essas poeirinhas minhas, “Ele me ama”.

Não há depressão que aguente ficar, quando Deus com sua alegria cristalina, entra porta adentro da nossa casa interior.

Coisa boa…

E pensar que tem gente que tem medo…

sábado, fevereiro 04, 2012

“Diário: Amontoados de coisas”

E porque o amor é infinito é preciso parar de dedilha-lo, ou não se para nunca.

Só o tema “Amor” já tem o poder de libertar o melhor que há em mim. Através do esforço para entendê-lo, o meu cinismo se esvai e acato a ordem imperativa de amar. E o amor brota e se reparte em fatias finas e ultrapassa o limite do meu eu e vai servir. Quando isso ocorre chego a pensar que é o amor é quem nos dá asas, embora um fabricante de bebida enérgica pense diferente.

Dizem que as cinco emoções básicas são: Amor, Medo, Alegria, Tristeza e Raiva. Devo ter falado a respeito de todas elas, vou aproveitar e dar continuidade falando da emoção da alegria, já que ela é muito estimulante.

 

A L E G R I A

Eu queria escrever algo que os jornais quisessem publicar. Que as revistas repetissem, e estivesse nas bocas das pessoas, se não todo conteúdo, ao menos algumas frases prontas. Que as pessoas perguntassem umas as outras:

- e ai você leu o que ela escreveu?

Sem muita cerimonia e nem muitos bons dias... De chofre!

Que milhares de pessoas rissem ao tentarem repetir o que foi que eu publiquei. E que ao ouvir, a outra pessoa, caísse numa risada incontida. Daquelas em que não se pode falar, por culpa do cérebro que não acompanha a narrativa e chega ao final da piada antes de contá-la. E que fica tentando completar frase, pensamento e piada e nada... Sai apenas aqueles sisisisss descontrolados.

Que piada seria essa? Não tenho a mínima ideia! Prefiro até que não seja piada, pois piadas são engraçadas, mas não levadas a sério. E gostaria de ser levada a serio, da maneira mais maravilhosa que existe. Através da alegria. Que fosse uma alegria leve e cumprisse seu destino de paz.

Queria escrever algo tão eficaz capaz até de impedir os pensamentos tristes.

Essa vontade quem teve primeiro foi Rubem Braga, o meu cronista predileto. Lembrei-me de todo o ocorrido daquele dia, em que li: “Meu ideal seria escrever”...

Era dia de semana, o sol estava agradável, era manhã, eu estava tão esplendidamente feliz, que resolvi dar-me um presente. E por isso decidi ir à praia e ficar preguiçosamente por lá.

Estava a passeio na casa da minha sobrinha, na cidade de Paraty. Para não ficar apenas tomando sol, passei na estante e procurei um bom livro, havia muitos, mas teve um que me chamou a atenção, e nem foi pelo colorido, pois é branco, mas porque o livro me escolheu.

Sai com “200 Crônicas Escolhidas – as melhores de Rubem Braga”. Não me recordava de ter lido até aquele dia nada desse autor, a não serem frases. Eu desejava o prazer de uma boa companhia e, se tinham conseguido separar, duzentos escritos de um mesmo autor então ele era bom. Conclui! E o levei a passear comigo.

Li uma crônica e outra e fui lendo, e amando o que lia. Até ai nada de mais quem conhece Rubem, sabe desse poder dele em cativar e manter a atenção, mas estando só, é preciso ler e manter a boca fechada. Não é permitido soltar o riso, para não passar a impressão de que se é doido, mas com esse maravilhoso escritor é tarefa difícil. Quando li:

- Meu ideal seria escrever uma história tão engraçada que aquela moça que está doente naquela casa cinzenta quando lesse minha história no jornal risse, risse tanto que chegasse a chorar e dissesse – “ai meu Deus, que história mais engraçada”! E então a contasse para a cozinheira e telefonasse para duas ou três amigas para contar a história; e a quem ela contasse rissem muito e ficassem alegremente espantadas de vê-la tão alegre...

...Que um casal que estivesse em casa, mal-humorados, o marido bastante aborrecido com a mulher, à mulher bastante irritada com o marido, que esse casal também fosse atingido pela minha história. O marido a leria e começaria a rir, o que aumentaria a irritação da mulher. Mas depois que esta, apesar de sua má vontade, tomasse conhecimento da história, ela também risse muito, e ficassem os dois rindo sem poder olhar um para o outro sem rir mais; e que um, ouvindo aquele riso do outro, se lembrasse do alegre tempo de namoro, e reencontrassem os dois a alegria perdida de estarem juntos”.

Como ficar impassível com um comentário desses. E ele não parou por ai, já que o seu desejo por uma historia engraçada era muito grande, ele continuou imaginando...

- Que nas cadeias, nos hospitais, em todas as salas de espera a minha história chegasse – e tão fascinante de graça, tão irresistível, tão colorida e tão pura que todos limpassem seu coração com lagrimas de alegria; que o comissário do distrito, depois de ler minha história, mandasse soltar aqueles bêbados e também aquelas pobres mulheres colhidas na calçada e lhes dissesse – por favor, se comportem, que diabo! Eu não gosto de prender ninguém!

Essa história do comissário foi tão hilária que nem liguei mais para o riso que forçava a abertura dos meus lábios. E pensei: - que se dane se até o comissário não gosta de prender ninguém, eu que não vou prender meu riso. E a partir daí fiquei mais a vontade...

Recomendo a leitura dessa crônica, não vou transcrevê-la inteira, pois a historia vai longe e vai a outros continentes, passa a ser contada em outras línguas. Vale muito descobrir como termina.

Além de recomendar Rubem Braga recomendo a cidade de Paraty. Escritor e cidade me trazem alegria quando penso neles. Ele conseguiu de fato o que desejou. Quando recordo alguma crônica sua, a alegria me vem aos lábios.

O autor estava esbanjando alegria naquele dia, tanta, que até hoje ela escorre do livro e vai parar diretamente no coração da gente.

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Mulheres em Trânsito
Sou alguem que aprendeu enfim a penetrar na profundidade do meu eu. Tenho descoberto diversos tesouros escondidos Coisas que quis ser e não fui. Como ainda respiro, provando estar viva, vou ser o que quero ser. Não sei se isso explica quem sou eu. Pois nem que eu usasse os 1200 caracteres permitidos, conseguiria dizer quem sou eu. Sou criança ainda estou aprendendo.
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